Libertadores (Foto: Mauro Horita / Agência Estado)
- O Andres (Sanches, presidente do Corinthians) é um amigo particular, agradeci demais o esforço que ele fez para me trazer para o Corinthians. Estou em dívida com ele, com o clube, poderia render muito mais. Não consegui o meu objetivo, e quando digo que estou em dívida é porque todo jogador do Corinthians está em dívida com o clube, porque não conseguimos alcançar os objetivos. Eu me cobro muito. Eu vivi aqui grandes emoções, grandes alegrias, a torcida é maravilhosa, tenho um respeito muito grande pela torcida, pelo clube, e estou muito consciente disso, e tenho de ver o lado do rendimento. Vem grandes contratações, eu ia ficar à disposição do treinador, mas no meu modo de entender poderia jogar pouco. Fiquei muito triste com meu fim de ano no Corinthians, isso foi o que mais pesou. Não conquistar os objetivos me deixou muito triste. Melhor seguir o meu caminho e deixar o presidente à vontade - explicou o meia, em entrevista à Rádio Globo de São Paulo.
Mesmo já afastado do clube paulista, Iarley acredita que em 2011 o Corinthians obtenha o sucesso que não conseguiu no ano do seu centenário, principalmente na Libertadores.
O Corinthians tem todas as condições de passar pelo Tolima e, quem sabe, conquistar a Libertadores. Vou estar lá torcendo pelos meninos"
Iarley
Para ele, Andres Sanches está despistando e vai contratar um grande jogador para o ataque alvinegro. Além de agradecer ao presidente do Timão, Iarley não se esqueceu do ex-diretor de futebol do clube Mário Gobbi e fez uma autocrítica sobre sua temporada:
- Fiz um ano muito pesado, peguei aquela sequência de jogos quarta e domingo, quarta e domingo, foi muito desgastante, eu não parei. Faltou administração da minha parte para o término do campeonato, e acabei perdendo gols bobos que não sou de perder. Para o nível do Corinthians é muito puxado, espero que seja um pouco menos pesado no Ceará.
Por fim, o jogador negou que tenha tido problemas com companheiros de clube por ficar treinando além do tempo normal:
- Surgiu isso, mas é que a imprensa me via treinando e noticiava. Mas dentro do grupo nunca houve nada.
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